RIO DE JANEIRO É HEPTACAMPEÃO DA SUPERLIGA FEMININA DE VOLEIBOL EM 2011

BELO HORIZONTE, 30/04/2011 – Na sétima final seguida da Superliga Feminina 10/11 entre Unilever (RJ) e Sollys/Osasco (SP), melhor para as cariocas. Neste SÁBADO (30.04), a equipe do técnico Bernardinho venceu as atuais campeãs, por 3 sets a 0 (25/23, 30/28 e 25/19), no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). Este foi o sétimo título da Unilever no torneio, o quinto conquistado diante do time de Osasco.

Unilever/Rio de Janeiro é hepta
(Foto: Washington Alves / Vipcomm)

Rio de Janeiro venceu a equipe de Osasco por 3 sets a 0, parciais de 25/23, 30/28 e 25/19.



Atentas no bloqueio e na defesa, as equipes se revezavam no comando do placar. O Osasco ainda respirou um pouco mais. Liderado por Jaqueline, fez 16/14, mas permitiu a virada. Sheilla apareceu nos momentos decisivos e, juntamento com Juciely, subiu no bloqueio que colocou o Rio de Janeiro na frente: 25/23.

No segundo set o Osasco abriu 2/0 e tinha em Natália sua principal pontuadora. Era o momento de tentar freá-la. O triplo formado por Valeskinha, Mari e Sheilla conseguiu por alguns momentos, o que ajudou a equipe hexacampeã a se aproximar e tomar a frente (8/7). Do outro lado, cada bloqueio bem sucedido sobre Sheilla era motivo de muita comemoração. Mais ainda quando vinha seguido de vantagem (13/11). Só que Mari ajudou a corrigir o rumo do Rio de Janeiro, que chegou ao empate. Logo em seguida, o bloqueio voltou a funcionar e foi fundamental para ganhar fôlego (20/17). Apesar do momento adverso, o Osasco não esmoreceu. Fez três pontos seguidos e se colocava na briga de novo.

E que briga. Após dois erros seguidos de Natália, foi a vez de Sassá se apresentar e manter as chances do time de fechar o set. Mas encontrava grande resistência. O adversário não queria ceder a parcial e tinha em Juciely e Sheilla suas grandes armas. E foi com um saque da oposta que o Rio de Janeiro fez 2 a 0: 30/28.

No terceiro e último set o Osasco estava pressionado. Precisava vencer de qualquer maneira. Fez 3/1, se manteve vibrante, até as rivais começarem a mostrar todo o seu poderio. Jaqueline e suas companheiras já mostravam um semblante preocupado e tinham motivos para isso. O time de Bernardinho errava pouco, defendia muito e soltava o braço no ataque. Abriu seis pontos (17/11) e tinha o título nas mãos. Adenízia ainda acreditava. Subia no meio da rede e tentava mexer com os brios de suas companheiras. Mas estava difícil mudar aquela situação. Estava difícil conter o ímpeto do Rio de Janeiro e de Juciely, responsável pelo ponto do heptacampeonato.

Fonte: GE

Fonte: Mega Times e Klima Naturali
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