BRASIL É ENEACAMPEÃO DO GRAND PRIX FEMININO EM 2013

O Brasil é eneacampeão do Grand Prix mundial de vôlei feminino. A seleção brasileira venceu as chinesas na madrugada do domingo (1ª de setembro de 2-13), por 3 sets a 0, em 1h13 de jogo. Foi a quinta vitória seguida, em cinco jogos, no hexagonal final da competição, que foi realizado em Sapporo, Japão. Este era um confronto decisivo, pois as duas equipes eram as únicas que ainda brigavam pelo título.

Com parciais de 25/15, 25/14 e 25/20, o time José Roberto Guimarães não enfrentou dificuldades para conquistar mais uma vitória, e consequentemente o nono título do Brasil na competição. A seleção já havia conquistado as edições de 1994, 1996, 1998, 2004. 2005, 2006, 2008 e 2009. Com levantamentos decisivos e largadinhas precisas, a levantadora Dani Lins foi eleita a melhora jogadora da partida. Sheilla foi a maior pontuadora do jogo, com 18 pontos.

O Brasil foi campeão com 15 pontos, a China ficou com a segunda colocação e a Sérvia, que bateu os EUA no primeiro jogo do dia, ficou na terceira posição.

 Com o triunfo, o Brasil fecha o Grand Prix com uma campanha perfeita na fase final. Foram cinco jogos, cinco vitórias e nenhum set perdido, com 15 pontos no total. A China, que estava invicta até este domingo, encerra com 10 pontos, na segunda colocação. A Sérvia bateu a Itália na primeira partida do dia por 3 sets a 2 e garantiu a terceira colocação. Na partida que encerrou a competição, os Estados Unidos venceram o Japão por 3 sets a 2, parciais 17/25, 25/19, 18/25, 25/17, 15/12.

O jogo
José Roberto Guimarães não deve ter entendido muito bem. Do outro lado da rede, as rivais entraram em quadra sem suas três principais jogadoras. Considerada uma estrela em ascensão, a ponteira Ting Zhu foi para o banco, assim como Ruogi Hui. A central Yunli Xu sequer foi relacionada. Como se não tivesse nada a ver com a história, o Brasil teve um início perfeito. Nada de jogar com o resultado: com Sheilla, Gabi e Fernanda Garay inspiradas, a seleção abriu 8/2 com muita facilidade.

 A técnica Lang Ping ainda tentou arrumar a casa, mas nada parecia mudar muito o cenário em quadra. O Brasil jogava bem e, mesmo com uma pequena evolução das chinesas, não dava brechas para surpresas. Em uma bola para fora das rivais, fechou a parcial em 25/15 e deixou o título encaminhado.

A China até tentou equilibrar no retorno à quadra. Passou a atacar com mais agressividade, dando trabalho à recepção brasileira. Mas nada muito preocupante. Parecia um jogo perfeito. Com pouquíssimos erros, a seleção de Zé Roberto logo desgrudou no placar e chegou à parada técnica com 8/6, em ponto de Sheilla.

O título se aproximava, mas o nervosismo estava todo do lado de lá. A China passou a errar tudo o que não poderia, e o Brasil deslanchou. Nem precisou de muito tempo para assegurar a nona conquista do Grand Prix. Se as rivais ainda salvaram um set point, não conseguiram parar a pancada de Thaisa no meio da quadra: 25/14. A comemoração foi contida: um gritinho de Dani Lins, um outro de Sheilla, talvez em respeito por saber que, por formalidade, a seleção ainda tinha algo a fazer.

Na volta à quadra, o Brasil cochilou. A China se aproveitou e, pela primeira vez em todo o jogo, passou à frente no placar. Mas não durou muito tempo. Em mais um ponto de Thaisa, a seleção fechou o que já estava garantido: 25/20. A festa, então, tomou conta do ginásio japonês, como se já houvesse sido combinado.


Fonte: Mega Times e Klima Naturali
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