OS MAIORES CAMISAS 10 DA HISTÓRIA DAS COPAS DO MUNDO

Eternizada por Pelé, a camisa 10 geralmente indica o craque do time. Alguns dos maiores personagens dos Mundiais usaram o número, que traz consigo uma grande responsabilidade.

Nesta quarta-feira, o GloboEsporte.com relembra dez camisas 10 que brilharam em Copas do Mundo ao longo das Copas (veja no vídeo ao lado). Em 2014, Neymar será o responsável por usar a 10 canarinho, tentar fazer história e entrar nessa lista.

Puskas (Hungria e Espanha) - 1954 e 1962

O primeiro da lista entrou para a história dos Mundiais mesmo sem ter conquistado a taça. Em sua primeira tentativa, foi vice com a grande geração da Hungria na Copa do Mundo de 1954. Depois, naturalizado espanhol, caiu diante da seleção brasileira no Chile, em 1962.

Puskas (Hungria e Espanha)

Hurst (Inglaterra) - 1966 e 1970

O único título da Inglaterra, em casa, em 1966, teve Geoff Hurst como protagonista. A seleção britânica levou a melhor ao bater a Alemanha na prorrogação. Hurst marcou três gols na decisão. 

Hurst (Inglaterra)

Pelé (Brasil) - 1958 a 1970

Aqui, muito provavelmente, o maior de todos. Campeão três vezes, em 1958, 1962 e 1970, ele tinha apenas 17 anos quando venceu o Mundial da Suécia. Em eleição da Fifa, foi considerado o melhor jogador  do século XX.

Pelé (Brasil)

Platini (França) - 1978 a 1986

Platini não ganhou títulos mundiais com a camisa da França, mas ficou marcado por levar a França a duas semifinais seguidas. Em 1982, os franceses caíram diante da Alemanha, em um dos maiores jogos da história das Copas. Quatro anos depois, eliminaram o Brasil nas quartas de final. 

Platini (França)

Kempes (Argentina) - 1974 a 1982

Antes de Maradona, um outro camisa 10 brilhou em Mundiais pela Argentina. Em 1978, jogando em casa, Mario Kempes conduziu a Albiceleste a seu primeiro título. Com seis gols, ele também foi o artilheiro do torneio. 

Kempes (Argentina)

Maradona (Argentina) - 1982 a 1994

Para os argentinos, o maior de todos os tempos. Conduziu sua seleção ao bicampeonato mundial em 1986 com maestria e genialidade. Um de seus gols contra a Inglaterra - o outro foi com a mão – é considerado o mais bonito da história das Copas. Em 1994, foi flagrado no exame antidoping na primeira fase.

Maradona (Argentina)

Zico (Brasil) - 1978 a 1986

Era a referência da Seleção de 1982, que não levou a Copa, mas encantou o mundo. Em 1986, recuperando-se de lesão, desperdiçou um pênalti que poderia ter levado o Brasil às semifinais. 

Zico (Brasil)

Matthäus (Alemanha) - 1982 a 1998

Recordista de jogos em Copas do Mundo (25), Lothar Matthäus esteve em três finais seguidas de Copas do Mundo (1982, 1986 e 1990). No primeiro, ele não entrou em campo. No Mundial da Itália, no entanto, foi o principal jogador no terceiro título alemão. Disputou cinco Copas.

Matthäus (Alemanha)

Zidane (França) - 1998 a 2006

Antes de Zidade, a França nunca havia chegado a uma final de Copa do Mundo. Com o meia, foram duas. Em 1998, jogando em casa, o craque conduziu a França ao título com dois gols de cabeça na final contra o Brasil. Em 2006, em sua última partida como profissional, marcou de pênalti, mas foi expulso ao acertar uma cabeçada em Materazzi. A Itália ficou com o troféu. 

Zidane (França)

Rivaldo (Brasil) - 1998 e 2002

Para muitos, o melhor jogador da Seleção em 2002, apesar do brilho de Ronaldo. Foi o maestro do time e Felipão na conquista do penta. Também fez uma boa Copa em 1998. 
Rivaldo (Brasil)

Fonte: Mega Times e Klima Naturali
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